Avatar, A origem, Matrix, Shrek, Toy Story, WALL-E, UP - Altas Aventuras, Batman, Homem de Ferro, Homem-Aranha.
O que estes e muitos outros filmes recentes têm em comum?
O fato de que todos esses fizeram uso extensivo de recursos computacionais. Sem os avanços recentes da computação gráfica, filmes como esses até poderiam ter sido feitos, mas certamente com resultados bem aquém dos que foram obtidos.
Esses avanços estão inseridos dentro de uma área conhecida como simulação computacional, em que os cientistas tentam reproduzir em computador os fenômenos naturais, sobretudo os que ocorrem em escalas temporais muito reduzidas ou muito extensas.
Em artigo na edição desta semana da revista Science, Robert Bridson e Christopher Batty, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, destacam que as cenas impressionantemente realistas no cinema de animação têm como base avanços na simulação de como objetos e fluidos se movem, colidem e quebram. Leia mais...

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