Pesquisa na web

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Primeiro encontro internacional de computação gráfica

Primeiro encontro internacional de computação gráfica a ser realizado no Brasil, o The Union pretende reunir em São Paulo, no dia 15 de março, algumas das cabeças mais importantes do atual cenário da produção de entretenimento em 3D.
Entre as presenças já confirmadas estão Neil Huxley, diretor de arte do filme “Avatar”; Neville Page, designer chefe de personagens em “Avatar” e “Star Trek”; Jonah Austin, responsável pelo envelhecimento de Brad Pitt em “O Curioso Caso de Benjamin Button”; Jonathan Berube, da Blizzard Cinematics, que trabalhou nos jogos World of Warcraft, StarCraft e Diablo 3; além do brasileiro Fausto De Martini, diretor de arte da Blizzard Entertainment, responsável, entre outros projetos, pela animação dos personagens do jogo StarCraft 2: Wings of Liberty. Leia mais

sábado, 12 de fevereiro de 2011

MÚSICA - Restart ganha clipe em animação

(BR Press) - A banda Restart ganhou uma versão própria em desenho animado. O quarteto teve o clipe da música Pra Você Lembrar recriado, utilizando a técnica de animação 3D em CGI, ou Imagem em Computação Gráfica. LEIA MAIS

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Marc Webb parece ter aversão a CGI em 'Homem-Aranha'

Caíram na rede mais imagens do novo Homem-Aranha, que será dirigido por Marc Webb. Mas ao contrário de Sam Raimi, que comandou a primeira trilogia da Sony, o novo diretor parece ter aversão a efeitos em CGI (gerados em computação gráfica).
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Nas primeiras fotos do set, podemos ver que Webb prefere colocar dublês se pendurando em cidades cenográficas com teias feitas de cabos de aço. A lembrar que na versão de Raimi, tanto o herói quanto as cenas de ação foram feitos em computação gráfica. Leia mais

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Avanços recentes da computação gráfica criam sucessos de bilheteria

Sucessos do cinema dependem de simulações computacionais

Um navio simulado sobre um oceano simulado. Aqui, o software Naiad usado pela indústria cinematográfica é utilizado para resolver as incompressíveis equações de Navier-Stokes para a água, associadas com a dinâmica de corpo rígido do navio, e simulações fenomenológicas adicionais de espuma e spray.[Imagem: Exotic Matter AB]

Simuladores
Avatar, A origem, Matrix, Shrek, Toy Story, WALL-E, UP - Altas Aventuras, Batman, Homem de Ferro, Homem-Aranha.
O que estes e muitos outros filmes recentes têm em comum?
O fato de que todos esses fizeram uso extensivo de recursos computacionais. Sem os avanços recentes da computação gráfica, filmes como esses até poderiam ter sido feitos, mas certamente com resultados bem aquém dos que foram obtidos.
Esses avanços estão inseridos dentro de uma área conhecida como simulação computacional, em que os cientistas tentam reproduzir em computador os fenômenos naturais, sobretudo os que ocorrem em escalas temporais muito reduzidas ou muito extensas.
Em artigo na edição desta semana da revista Science, Robert Bridson e Christopher Batty, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, destacam que as cenas impressionantemente realistas no cinema de animação têm como base avanços na simulação de como objetos e fluidos se movem, colidem e quebram. Leia mais...

 

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Ciência da computação avança e permite simulações realistas em filmes

SÃO PAULO - Avatar, A Origem, Matrix, Shrek, Toy Story, Wall-E, Up - Altas Aventuras, Batman, Homem de Ferro e Homem-Aranha. O que esses e muitos outros filmes recentes têm em comum?

Além de grandes sucessos de bilheteria, todos esses fizeram uso extensivo de recursos tecnológicos. Sem os avanços recentes na computação gráfica, os longas-metragens poderiam até ter sido concluídos, mas certamente com resultado bem diferente.  Leia mais...

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Altas Aventuras, Batman, Homem de Ferro, Homem-Aranha.

Avatar, A origem, Matrix, Shrek, Toy Story, WALL-E, UP – Altas Aventuras, Batman, Homem de Ferro, Homem-Aranha. O que esses e muitos outros filmes recentes têm em comum? Além de terem sido grandes sucessos de bilheteria, todos esses fizeram uso extensivo de recursos computacionais. Sem os avanços recentes na computação gráfica, tais filmes poderiam até ter sido feitos, mas certamente com resultados bem distintos. Em artigo na edição atual da revista Science, Robert Bridson e Christopher Batty, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, destacam que as cenas impressionantemente realistas no cinema de animação têm como base avanços na simulação de como objetos e fluidos se movem, colidem e quebram. A utilização da computação gráfica não se dá apenas em filmes de animação (ou desenhos animados), mas em produções com atores de carne e osso. Atualmente, são poucos os filmes que dispensam o seu uso. Leia mais...

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Visão do Centro de Computação Gráfica (CCG)

O CCG tem como Visão ser um centro de referência internacional na investigação e desenvolvimento aplicado no campo da computação gráfica, das tecnologias da informação, comunicação e eletrônica e das suas aplicações.

O Centro de Computação Gráfica (CCG), interface para a área das Novas Tecnologias de Informação, Comunicação e Eletronica (TICEs) da Universidade do Minho e do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, integra a rede internacional GraphicsMedia.net.

Sediado na Alemanha, este suporte pretende criar uma rede de colaboração para a investigação aplicada em Computação Gráfica, Tecnologias Multimodais-Multimédia e Tecnologias Digitais Visuais Interactivas.

GraphicsMedia.net, a Rede Internacional de Cooperação em Investigação Aplicada em Computação Gráfica, Tecnologias Multimodais-Multimédia e Tecnologias Digitais Visuais Interactivas foi criada no dia 16 de Dezembro de 2010, com sede em Kaiserslautern (Alemanha), e cujo objectivo será criar uma forte rede de colaboração para a investigação aplicada a nível internacional. Conta com seis parceiros de referência internacional da Alemanha (Deutsches Forschungszentrum für Künstliche Intelligenz - DFKI; Hasso Plattner Institut - HPI), Espanha (Center for Visual Interaction and Communication Technologies - Vicomtech), Itália (Center for Advanced Computer Graphics Technologies - GraphiTech), Portugal (Centro de Computação Gráfica: CCG) e Panamá (Multimedia Interaction and Visualization Technologies (MIVTech).

Sem fins lucrativos, a rede GraphicsMedia.net ordena actividades de investigação e desenvolvimento, a transferência tecnológica e a exploração de Computação Gráfica, Tecnologias Multimodais-Multimédia e Tecnologias Digitais Visuais Interactivas, identificar oportunidades e sinergias de investigação e mercado.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Filme Tron o Legado e a computação gráfica em games 3D

O filme ‘Tron o Legado’, estreiou em 17 de dezembro deste ano, e promete agradar os aficcionados por jogos eletrônicos e amantes da tecnologia. O longa- metragem, com orçamento de US$170 milhões, produzido pela Disney e dirigido pelo novato Josh Kosinski, - expert no uso computação gráfica, criador dos games ‘Halo’ e ‘Gears of wars’, surpreenderá os fãs do primeiro filme produzido em 1982.
A história gira em torno de Sam Flynn (Garrett Hedlund), a procura de seu pai, Max Flynn (Jeff Bridges) desaparecido misteriosamente há 20 anos. Sam se vê aprisionado no mundo virtual criado pelo pai, ao atravessar uma passagem secreta em um dos armazéns com o último trabalho executado por ele antes de desaparecer.
O pouco que se entende sobre algoritmos, física quântica, isométricos e a purgação dos ISOS, passa despercebido pela profusão de efeitos visuais nos jogos do filme, que se torna mais atrativa com a tecnologia 3D empregada. A sequência clássica da competição com as motos e a coreografia das lutas na batalha de discos é visualmente perfeita.
A trilha sonora é um dos grandes destaques da fita. Os franceses do Daft Punk criaram arranjos que mesclam a música clássica e orquestral com música eletrônica. ‘Derezzed’ anima qualquer pista de dança e promete ser hit em todo mundo. O duo faz uma ponta no filme discotecando no club comandado por Zuse, interpretado pelo carismático Michael Sheen, conhecido por seus papéis em ‘A Rainha’, como Tony Blair e o vampiro Aros em ‘Lua Nova’.
A belíssima Olivia Wilde do seriado ‘House’ faz o papel da protegida, ‘quase humana’- Quorra, de Max Flynn. A sensível personagem além de ser uma exímia lutadora também é inteligente: lê Dostoievski, Tolstoi e Júlio Verne.
E como não poderia deixar de citar, o figurino é super estiloso e moderno, carregado de cores fluorescentes, macacões e botas incríveis. O responsável pelo feito é Michael Wilkinson, conhecido pelas roupas de filmes como 300, O exterminador do futuro e Watchmen.

fonte: Tribuna do Brasil

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

How to make Great Fireworks in Photoshop

This tutorial will show you how to make some really great fireworks using Photoshop. It’s a great technique to use on celebration cards and posters, as well as graphics pertaining to holidays such as New Years and Independence Day.

Click here to view the full tutorial.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Free Vectors

Preparing Artwork for Screen Printing in Adobe Illustrator

Getting t-shirts printed is an ideal way to promote your business, organization or event. They are a promotional item that people can actually use, and they have the added bonus of being an advertisement for you. In this post, Adobe Illustrator will be used to create a three-color screen print using a fictional company logo, and have it set up to allow a screen printer to easily print the color separations that create the separate screens for each color print.
Although some printers prefer to create their own separations, it’s always good to understand the process. Be sure to communicate with your printer as they will specify their requirements, and will often give you tips for avoiding potential issues in the process. More...

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Fundamentos de Informática Computação Gráfica

De Annibal Hetem Junior. A coleção Fundamentos de Informática, projetada para os estudantes de Computação de nível superior, contempla de modo abrangente os quatro cursos hoje definidos para a área- Ciência da Computação, Sistema de Informações, engenharia de Computação e Licenciatura em computação

A coleção Fundamentos de Informática, especialmente projetada para os estudantes de Computação de nível superior, contempla de modo abrangente os quatro cursos hoje definidos para a área: Ciência da Computação, Sistemas de Informações, Engenharia de Computação e Licenciatura em Computação. Cada um desses cursos forma profissionais com uma especificidade de funções e atribuições na área de Computação, cobrindo assim todas as possibilidades de profissionalização.

O conteúdo dos livros previstos nesta coleção foi estabelecido a partir das diretrizes curriculares aprovadas pelo Ministério da Educação para a formação na área de Computação, sendo, portanto, livros adequados e completos para os cursos que tratam do assunto.

Todos os capítulos dispõem de exercícios e exemplos resolvidos, de tal forma que os livros podem ser usados diretamente em classe tanto pelos alunos, quanto pelos professores. Esses cursos devem fornecer ao estudante obras de bibliografia e consulta capazes de suprir as suas necessidades, tarefa que se revela especialmente árdua tendo em vista os constantes e ininterruptos avanços tecnológicos que exigem uma contínua adaptação da bibliografia adotada. Os autores dos títulos que compõem esta coleção são todos especialistas em Computação, com experiência didática na disciplina e docência em instituições públicas e privadas de renome.

Fundamentos de Informática - Computação Gráfica utiliza a teoria e a prática para passar ao leitor as informações sobre Computação Gráfica. Cada tópico teórico é demonstrado matematicamente e, em seguida, aplicado em programas para a geração de imagens. Assim, sob esse critério foram apresentados os elementos mais simples – retas e círculos – até se chegar à Computação Gráfica em três dimensões, passando por luz e cor, sombras e transformações gráficas, com exercícios e exemplos. Na parte final são apresentados exemplos que podem ser aplicados através de um software (gratuito) de geração de imagens e animações. 

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

'Tron' retorna ao cinema 28 anos depois do fracasso que virou cult

LOS ANGELES — Há 28 anos, "Tron", um dos primeiros filmes com efeitos de computação gráfica produzidos por Hollywood, se tornava um fracasso de bilheteria, mas ao mesmo tempo um cult, destinado a retornar em 2010 como uma obra retrô-futurista, com Jeff Bridges em dois papéis e trilha sonora do duo francês de música eletrônica Daft Punk.
"É uma história complicada, porque estamos construindo sobre uma trama que foi feita em 1982, e estamos criando uma história intermediária 28 anos depois", explicou à AFP o diretor Joseph Kosinski, um arquiteto e engenheiro mecânico que se tornou um talentoso criador multimídia.
Os múltiplos prêmios que Kosinski recebeu como diretor dos comerciais dos jogos eletrônicos "Gears of War" e "Halo" convenceram a Disney de que este versátil profissional de 36 anos era o melhor nome para ressuscitar "Tron - O Legado", em uma história com tecnologia de ponta que chegará aos cinemas dos Estados Unidos e Brasil na próxima sexta-feira, 17 de dezembro.
A primeira versão custou 17 milhões de dólares e arrecadou, após várias semanas em cartaz, US$ 33 milhões, um valor baixo para as expectativas de Hollywood - então maravilhado com a arrecadação de "Guerra das Estrelas"-, com a trama de Steven Lisberger na qual um programador de video games, interpretado por Jeff Bridges, entrava no mundo dos programas de computador e vivia diversas aventuras.
"Este é um dos filmes que leva muito tempo para ser feito. Estamos falando de todos os progressos tecnológicos alcançados desde o primeiro filme", explica o diretor.
"O filme de Steve (Lisberger, agora produtor da continuação) levou nove meses na pós-produção. O nosso levou 18 meses de pós-produção. Mesmo com todos os avanços da tecnologia atual, levamos ainda mais tempo para concluir", disse Kosinski, que admitiu ter sido "duro" levar o longa-metragem adiante.
Como é frequente, os produtores evitam falar do orçamento, mas se presume que o custo da produção chegou a 200 milhões de dólares para mostrar Bridges - Oscar de Ator em 2010 - ainda preso nas redes virtuais.
O filho do personagem, interpretado por Garrett Hedlund, entra por curiosidade no mesmo mundo de programas cibernéticos e jogos de luta, com motos e movimentos estilizados, ao som da trilha sonora dos franceses do Daft Punk, que o cineasta afirma admirar há muito tempo.
"Foi um pouco surrealista sentar para tomar café da manhã com eles há três anos e meio e dizer: "Estou fazendo este filme, 'Tron', e penso que vocês seriam perfeitos. E foi assim que descobrimos que estávamos criativamente em sintonia", disse Kosinski, ao refletir sobre sua estreia cinematográfica em um hotel de Beverly Hills.
"Queríamos uma trilha sonora original clássica, que mesclasse música eletrônica e orquestral de uma maneira única", completou sobre as melodias da trama, que têm papel importante no andamento do roteiro.
O elenco inclui a bela Olivia Wilde, conhecida pelo papel de "Thirteen" na série de TV "House", e Bruce Boxleitner, que também participou no "Tron" original.
Bridges, que completou 61 anos há poucos dias, interpreta dois personagens, um deles bem mais jovem graças ao 'bisturi' dos computadores.
"No fundo meu personagem não mudou tanto, mas acredito que o entusiasmo dele pela tecnologia se perdeu um pouco por ter ficado preso dentro do computador", declarou o carismático vencedor do Oscar por "Coração Louco", em uma entrevista coletiva em Los Angeles.
"Há 27 anos, "Tron" foi um filme realmente de vanguarda. Claro que agora, ao olhar para trás, parece uma antiga série de televisão em preto e branco", completou.
Segundo Kosinski, o envolvimento no projeto demandou um grande interesse por design e criação.
"Fiquei feliz com a possibilidade de criar um mundo a partir do zero, no qual os veículos, figurino, arquitetura e todo o restante são sentidos como se encaixassem de verdade", concluiu o diretor, que também admitiu o nervosismo para saber se cumpriu as expectativas dos fãs.

fonte: Google

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A hora dos vilões

Divertida e afiada, a animação Megamente tem como protagonista um supervilão

Em 2001, o estúdio DreamWorks revolucionou o mundo das animações ao colocar nas telas uma sátira aos contos de fadas anabolizada por um belo trabalho de computação gráfica. Mas Shrek trouxe para fãs do gênero mais do que novidades estéticas e piadas politicamente incorretas. O filme inverteu papéis: o herói não era o príncipe e sim um temido ogro, que tentava escapar de seu estereótipo para conquistar o amor da princesa. O livro era mais belo que a capa, eis a moral da história. Cerca de uma década depois, chega aos cinemas neste fim de semana Megamente, animação em 3D do mesmo estúdio e com fórmula similar.

Leia mais:
Horários e salas de Megamente
Confira estreias deste fim de semana


Desta vez, a sátira assinada Tom McGrath (Madagascar) mira as histórias de super-heróis e a tão batida luta entre o bem e o mal. O protagonista é um supervilão, Megamente. O personagem foi levado a tal condição por ter sido um loser durante toda vida, sempre à sombra de seu nêmeses, o vaidoso e amado Metro Man. Alienígenas de diferentes planetas que seriam engolidos pelo mesmo buraco negro, os dois foram enviados à Terra pelos pais quando recém-nascidos – uma clara referência a Superman. Eles se tornaram adversários naturais até que, após anos de embates – todos vencidos por Metro Man –, Megamente consegue aparentemente derrotar o arqui-inimigo. Sem ter com quem lutar, ele fica entediado. “Um ying sem um yang”.

fonte: CerradoMix

 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

George Lucas, primeiro ladrão de tumbas da Era Digital, quer ressuscitar estrelas de cinema

por Eduardo Furbino

A imortalidade é algo buscado por 8.73 em cada 10 vilões, segundo aponta recente estudo feito pelo Cinema em Cena Estatísticas Aleatórias. Com o declínio da criatividade de certos autores e o crescimento do número de histórias escritas a cada ano, é muito comum ver a busca pela vida eterna figurar nos mais diversos livros, peças de teatro e filmes. Mas até agora, ao menos em Hollywood, essa obsessão era exclusiva das ficções. Aparentemente, não é mais. Leia mais...

domingo, 5 de dezembro de 2010

O COMPUTADOR E O DESENHO

Quem assistiu Toy Story (o primeiro ou o segundo) com certeza lembra do astronauta de brinquedo Buzz Lightyear. Com aquele jeito durão de se mover, roupa de astronauta, muito animado e amigo, ele conquistou o mundo. Muita gente pode não saber, mas Toy Story foi o primeiro filme em desenho animado feito totalmente em computador, em 1995. Depois vieram Vida de Inseto, FormiguinhaZ, Shrek, Monstros S.A., A Idade do Gelo, Final Fantasy, entre outros. Mas Toy Story foi o primeirão. Em 1996, uma produção brasileira também brilhou entre as primeiras produções do gênero: a animação Cassiopéia, de Clóvis Vieira. Leia mais...

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Cassiopéia foi a primeira produção de um longa-metragem...

Cassiopéia foi a primeira produção de um longa-metragem em todo o mundo de origem virtual, ou seja, 100% modelado, animado e com imagens geradas totalmente por computador, foi o primeiro trabalho puramente computacional, sem escaneamento exterior de imagens ou vetorização de modelos reais ou misturas com outras técnicas. Este filme de 80 minutos inaugurou uma nova fase no cinema, pois foi o primeiro filme a estabelecer métodos, conceitos, sistemas, formas e linguagem dentro desta nova tecnologia, e despertou para o mundo a possibilidade de execução de um produto desta natureza. Isto torna o Brasil um país pioneiro do cinema virtual. O filme conta a história de um grupo de robôs e sua luta para defender Atenéia, um dos planetas do sistema Cassiopéia, dos ataques do vilão Shadowseat. A trama é simples e ingênua, apropriada para crianças, mas o caprichado trabalho de animação em 3D cativa a atenção dos adultos.

Os protagonistas de Cassiopéia são quatro simpáticos humanóides: Chip, Chop, Feel e Thot que aventuram-se pela galáxia, enfrentando vários perigos para tentar salvar Atenéia. Os personagens possuem características e funções específicas dentro da nave que os transporta nesta odisséia. Chop é o capitão e piloto, Feel e Thot monitoram o espaço a percorrer e Chip é o artilheiro, que proporciona as mais cômicas situações. A astrônoma Liza cuida no laboratório principal de Atenéia, de todos os assuntos ligados à vida científica do planeta. No caminho dessa aventura, nossos heróis encontram Leonardo, um simpático cientista de um planeta pouco desenvolvido (personagem baseado no espírito criativo de Leonardo da Vinci) que proporciona vários momentos de alegria e surpresas com suas invenções malucas.

A produção de Cassiopéia começou em janeiro de 1992 com o modelamento dos ambientes e dos personagens, e com a criação da história e do roteiro. A partir de janeiro de 1993 foi iniciado o processo de animação. O trabalho de geração de imagens terminou em agosto de 1995. A trilha sonora foi completada em dezembro de 1995. A primeira cópia ficou pronta em janeiro de 1996. Foi utilizado o software Topas Animator, produzido pela Crystal Graphics, e utilizadas máquinas 486 DX2-66. Cassiopéia exigiu uma equipe de apenas sete animadores em computador, três animadores tradicionais, que foram diretores de animação e alguns outros em regime free-lancer.

Foram quatro anos para lançar um filme que poderia ter sido feito em dois anos e meio. Cassiopéia custou apenas US$ 1,5 milhão. Quando a Disney ouviu falar do filme, Cassiopéia já estava com quarenta minutos prontos. A Disney tinha se afastado da idéia de animação computadorizada depois que Tron (EUA, 1982, de Steven Lisberger) fracassou nas bilheterias, mas quando eles souberam da produção de Clóvis, investiram US$ 50 milhões para sair na frente e lançaram uma forte campanha de marketing, dizendo que Toy Story (EUA, 1995, de John Lassiter) era o primeiro filme totalmente criado em computador. Contudo, Cassiopéia foi pioneiro, e além do mais a Disney usou modelos em argila para criação antes do computador, enquanto que Cassiopéia foi tudo criado em computador.

Outro grande desafio da produção foi encaixar o filme na programação das redes de cinema no Brasil. O filme só foi exibido na época das olimpíadas de Los Angelas, quando a frequência de espectadores era menor. Na palavras de Clóvis: "estabelecemos uma fórmula, e de repente eu me senti como se estivesse desbravando o Oeste numa diligência e fosse atropelado por uma Ferrari".

Fonte: http://www.esfera.net/000/cine-cvieira.htm
acesso em dezembro de 2001
http://www.mci.org.br/historia/cassiopeia/cassiopeia.html
acesso em agosto de 2002
Revista Micro sistemas, ano XIX, n.156, página 8
envie seus comentários para otimistarj@gmail.com.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Tutorial para criar raios com o Thinking Particles

No site do artista Hristo Velev está disponível um ótimo vídeo tutorial sobre efeitos especiais com partículas no 3ds max, explicando como criar raios usando o Plug-in Thinking Particles da Cebas.
Tutorial clique aqui

fonte: 3D1

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Photoshop - Criando efeitos


Upload de imagem convencional - Português
Aprenda a fazer um upload de imagem convencional juntamente com um texto e um upload de imagem em um banco de dados
RSS (Rich Site Sumary) - Português
Aprenda a trabalhar com RSS no ColdFusion
Registro de Downloads - Português
Aprenda a criar um contador de downloads em ColdFusion
Treeview orientado a objeto com - Inglês
Aprenda a criar um Treeview
Utilizando SSL (Secure Socket - Português
Aprenda a trabalhar com SSL
ASP.NET 2.0 - Utilizando - Português
Aprenda a utilizar ASP.NET 2.0 com XMLDataSource
AJAX para cá, AJAX para lá. Vá - Português
Introdução ao AJAX, seus recursos e histórico
ASP.Net 2.0 - Atlas Framework - Português
Aprenda a trabalhar com AJAX
Photoshop - Criando efeitos - Português
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